Violino Stradivarius Cópia
Belo Violino cópia de um violino de Antonio Stradivari, possivelmente de origem Alemã, fabricado em boas madeiras, como Ácer e Abeto. O Braço é igualmente feito Abeto, assim como o estandarte, e no cavalete possui a inscrição "DRESDEN". As Carvelhas são em Abeto. Não possui micro-afinadores e possui queixeira. A madeira do violino é de tom amarelado mel. O Violino é acompanhado por estojo não original, forrado a tecido felpudo de cor azul, com o Arco e espaleira. No interior do Violino existe 1 selo, dizendo "COPIE DE ANTONIUS STRADIUARIUS CREMONENFIS - FACIEBAT ANNO 1721 - A+S.
Este violino terá sido feito cerca de 1920 por Nicolas Duchene no atelier JTL MIRECOURT France e 1/2 de média qualidade, meio fino
Dimensões do Violino: Alt: 56 cm x Larg: 19,5 cm x Fundo: 5,5 cm
INSTMSVLSTR0250L11
"Nota"
Violino
O violino é um instrumento musical, classificado como instrumento de cordas friccionadas. É o mais agudo dos instrumentos da sua família (que ainda possui a viola, o violoncelo), correspondendo ao Soprano da voz humana. O contrabaixo é considerado um primo afastado do violino. Ao contrário do que se pensa, o contrabaixo não vem do violino mas sim da viola da gamba. O violino possui quatro cordas (Mi1, Lá2, Ré3, Sol4). O timbre do violino é agudo, brilhante e estridente, mas dependendo do encordoamento utilizado, podem-se produzir timbres mais aveludados. O som geralmente é produzido pela acção de friccionar as cerdas de um arco de madeira sobre as cordas. Também pode ser executado beliscando ou dedilhando as cordas (pizzicato), pela fricção da parte de madeira do arco (col legno), ou mesmo por percussão com os dedos ou com a parte de trás do arco. Assim como outros instrumentos de cordas, os violinos também podem ser amplificados electronicamente A sua utilização mais comum é nos naipes de cordas das orquestras. O género mais comum é a música erudita. Existem no entanto diversos músicos que o utilizam na música folclórica, jazz, rock e outros géneros populares. Na orquestra, o líder do naipe de primeiros-violinos é chamado de spalla. Depois do maestro, ele é o comandante da orquestra. O spalla fica à esquerda do maestro, logo na primeira estante do naipe dos primeiros-violinos. Esticada na parte inferior do arco estão as cerdas, que são feitas de vários fios de crina de cavalo, ou de material sintético.
A extensão do violino é do Sol2 (mais grave e a última corda solta), ao Sol6 (3 notas antes da mais aguda que se pode ouvir).
Os primeiros violinos foram feitos na Itália entre os meados do fim do século XVI e o início do século XVII, evoluindo de antecessores como a rebec, a vielle e a lyra da braccio. A sua criação é atribuída ao italiano Gasparo de Salò. Durante duzentos anos, a arte de fabricar violinos de primeira classe foi atributo de três famílias de Cremona: Amati, Guarneri e Stradivarius. Toda a invenção do violino foi conduzida pelas raízes do instrumento milenar chinês erhu, as raízes deste instrumento foram os instrumentos de cordas friccionados por arco mais antigos já descobertos. O violino propriamente dito manteve-se inalterado por mil anos. A partir do século XIX modificou-se apenas a espessura das cordas, o uso de um cavalete mais alto e um braço mais inclinado. Inclusive, a forma do arco consolidou-se aproximadamente nessa época. Originalmente com um formato côncavo, o arco agora tem uma curvatura convexa, o que lhe permite suportar uma maior tensão das crinas, graças às mudanças feitas pelo fabricante de arcos François Tourte, a pedido do virtuoso Giovanni Battista Viotti, em 1782.
O violino tem uma longa história na execução de músicas de raiz popular, que vem desde os seus antecessores (como a vielle). A sua utilização tornou-se mais expressiva a partir da segunda metade do século XV.
Como outros instrumentos de cordas, os violinos são construídos por luthiers. A luthieria ou liuteria é uma profissão artística que engloba a produção artesanal de instrumentos musicais de corda com caixa-de-ressonância. Tais palavras tiveram origem da construção do alaúde, que em italiano se chama liuto; portanto, liutaio significa aquele que faz alaúdes.
"Nota"
Antonio Giacomo Stradivari ou Antonius Stradivarius
Antonio Giacomo Stradivari (Cremona, 1644 - Cremona, 18 de Dezembro de 1737) foi um célebre luthier italiano.
Ainda muito jovem foi discípulo de Nicola Amati, com quem aprendeu e desenvolveu a arte inconfundível de fazer instrumentos de corda, como violinos, violas e violoncelos, contrabaixos, violões e harpas.
O período áureo de sua carreira foi entre 1700 e 1722, quando lançou a forma G e construiu os seus violinos mais famosos, como o "Bets", em 1705, o "Cremonese", em 1715, o "Messiah" e o "Medici", ambos em 1716. Muitas das técnicas utilizadas por ele ainda não foram completamente desvendadas. Sabe-se que as madeiras usadas eram o acero e o abeto, este para o tampo harmónico e partes internas e aquele para o fundo, faixa e braço. A madeira era tratada com diversos tipos de minerais, borato de potássio, silicato de sódio e de silicato de potássio, verniz de bianca (um composto de goma arábica, mel e clara de ovo), além de Stradivari seleccionar madeiras mais antigas e ressecadas.
Os violinos Stradivarius são provavelmente os mais valiosos do mundo. Foram feitos mais de mil instrumentos, entre eles violinos, violas, violoncelos e outros instrumentos de cordas pelo mestre Antonio Stradivari, mas actualmente restam cerca de 600 destes instrumentos. Um violino Stradivarius de 1720, não dos mais famosos, foi comprado num leilão em Novembro de 1990 por 1,7 milhão de dólares. Em 2006 foi leiloado na casa de leilões Christie's um Stradivarius de 1729 (Hammer) que foi arrematado por 3,5 milhões de dólares, e agora recentemente em Junho de 2011, foi leiloado um violino Stradivarius raro, apelidado de "Lady Blunt" por ter pertencido a Anne Blunt, neta do poeta inglês Lord Byron, e bateu o recorde de venda em leilão, ao ser arrematado por 11,2 milhões de euros. (O dinheiro teve como destino as vítimas do terramoto e do tsunami devastador que aconteceu no Japão em Março.)
Um dos vários segredos da beleza estética dos violinos de Stradivarius reside no facto de o seu construtor os desenhar utilizando a Secção Áurea. A Secção Áurea representa um elemento de equilíbrio estético. Já a sua qualidade sonora, mesmo com as tecnologias existentes, nunca foi superada.










