Montblanc Meisterstuck Schiller

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Descrição

A Edição Escritores Friedrich Schiller é feita de um material que era um símbolo de uma sociedade em mudança, especialmente no tempo de Schiller - o  âmbar. Este é elaboradamente trabalhado, e isso, juntamente com a elegância simples das montagens delicadas banhadas a ouro, evoca o estilo da época áurea do classicismo de Weimar.
A assinatura de Schiller está inscrita na tampa. O Aparo de ouro finamente gravado de 18 quilates é decorado com um arco pequeno, como um tributo a "Guilherme Tell", uma de suas peças mais conhecidas.

Esta fabulosa caneta, Montblanc Friedrich Schiller, faz parte de uma edição limitada a nível internacional, lançada em 2000, onde foram feitas 14.000 canetas de tinta permanente, 12.000 canetas, 4000 conjuntos (Tinta permanente, caneta e lapiseira).
Esta caneta, além de nova, nunca utilizada, vem acompanhada da caixa original, com a caixa estojo em forma de livro. A caneta, como referido, e pode ser visto nas fotos, é feita na resina preta especial da Montblanc, com a tampa feita em âmbar, e os anéis e clip banhados a ouro. O aparo é ricamente gravado, e feito em ouro de 18k. A caneta, na tampa possui a assinatura de Dostoevsky e é numerada, tendo o número 06***/14000.

CNTMTBLSLLR1150L07

"Nota"

Edição escritores

As histórias que estes autores contam são tão diferentes quanto a vida que levaram. Todos os anos desde 1992, a Montblanc presta tributo a grandes escritores cujas obras tornaram-se parte da literatura mundial, com as suas Edições Limitadas dos Escritores.
Cada um destes instrumentos de escrita é inspirada na genialidade dos autores e interpreta a vida, espirito e obras destas espectaculares personalidades.

"Nota"

Friedrich Schiller

Friedrich Schiller dedicou todo o seu talento literário e dramático com um tema central: a liberdade. O sucesso de peças como "Os Ladrões ", "Mary Stuart", "Guilherme Tell"e "Wallenstein" mostra precisamente que Schiller captou o espírito de um século de revolução e mudança radical, inúmeras vezes.
As suas obras, em cujo centro é sempre um forte apelo pela liberdade e revolta contra as restrições individuais, continuam a inspirar pessoas em todo o mundo.

"Nota"

Montblanc

A firma Montblanc nasceu em Hamburgo, no norte da Alemanha, em 1906, quando a própria invenção da caneta-tinteiro datava de pouco mais de 20 anos. De início, a fábrica trazia um nome modesto: Simplo Filler Pen Company. Mesmo assim, os seus fundadores - o comerciante Claus-Johannes Voss, o banqueiro Christian Lausen e o engenheiro Wilhelm Dziambor - haviam-se proposto nada menos do que produzir "a melhor caneta do mundo".
A designação Montblanc foi adoptada somente quatro anos mais tarde. A sua inspiração foi a montanha mais elevada da Europa, localizada nos Alpes. A gravação do 4810, no aparo de cada caneta-tinteiro, corresponde à altura da montanha. Um cartaz de 1910 mostra o pico do Mont Blanc coberto de neve, ao lado de uma gigantesca caneta com tampa de topo branco.  A fabricação das canetas de luxo envolve muito trabalho manual, sobretudo feminino. As até 60 etapas da sua produção podem levar até um mês. Se as duas metades do aparo não são absolutamente rectas, ela arranha, ao invés de escrever. Para garantir a incomparável sensação de uma escrita macia a precisão absoluta é fundamental.
No caso da Montblanc, os aparos são cuidadosamente cortados com lâminas de diamante. Outro ponto crucial é o lustroso corpo da caneta, cuja matéria-prima é um granulado de resina nobre. A sua composição exacta é um segredo comparável ao da fórmula da Coca-Cola.
Quem tem muito dinheiro, e uma certa noção de luxo e algo precioso a assinar, não poupa gastos. De executivos a casais de noivos a chefes de governo e Estado ou papas, só existe uma opção: a perfeição artesanal Montblanc.
Ela entrou para o Olimpo das marcas de luxo em 1924, com a legendária série "Meisterstück". Os seus exemplares passam de pai para filho e a Montblanc continua-lhes fornecendo garantia perpétua. O próprio Museu de Arte Moderna de Nova York homenageia essa obra-prima do design, mantendo uma Meisterstück 149 na sua exposição permanente.