Violino de Paul Beuscher

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Descrição

Belo Violino da casa Paul Beuscher, de origem Francesa, Paris, fabricado em boas madeiras, como Ácer e Ébano e Pau-rosa. O Braço é igualmente Pau-rosa, assim como o estandarte e queixeira. As Carvelhas são em ébano. Possui micro-afinador. A madeira do violino é de tom castanho mel. O Violino é acompanhado por estojo original em madeira leve, forrado a tecido felpudo de cor vermelha, com o Arco. No interior do Violino existe 1 selo, dizendo "PAUL BEUSCHER - LUMIER - 27, BOULEVARD BEAUMARCHAIS, 27 - PARIS - ANNO..- Nº.. - PB.
Provavelmente fins de séc. XIX princípio de séc. XX.

 

Dimensões do Violino: Alt: 57 cm x Larg: 19 cm x Fundo: 6 cm

INSTMSVLPB0400L11 

"Nota"
Violino
O violino é um instrumento musical, classificado como instrumento de cordas friccionadas. É o mais agudo dos instrumentos da sua família (que ainda possui a viola, o violoncelo), correspondendo ao Soprano da voz humana. O contrabaixo é considerado um primo afastado do violino. Ao contrário do que se pensa, o contrabaixo não vem do violino mas sim da viola da gamba. O violino possui quatro cordas (Mi1, Lá2, Ré3, Sol4). O timbre do violino é agudo, brilhante e estridente, mas dependendo do encordoamento utilizado, podem-se produzir timbres mais aveludados. O som geralmente é produzido pela acção de friccionar as cerdas de um arco de madeira sobre as cordas. Também pode ser executado beliscando ou dedilhando as cordas (pizzicato), pela fricção da parte de madeira do arco (col legno), ou mesmo por percussão com os dedos ou com a parte de trás do arco. Assim como outros instrumentos de cordas, os violinos também podem ser amplificados electronicamente A sua utilização mais comum é nos naipes de cordas das orquestras. O género mais comum é a música erudita. Existem no entanto diversos músicos que o utilizam na música folclórica, jazz, rock e outros géneros populares. Na orquestra, o líder do naipe de primeiros-violinos é chamado de spalla. Depois do maestro, ele é o comandante da orquestra. O spalla fica à esquerda do maestro, logo na primeira estante do naipe dos primeiros-violinos. Esticada na parte inferior do arco estão as cerdas, que são feitas de vários fios de crina de cavalo, ou de material sintético.
A extensão do violino é do Sol2 (mais grave e a última corda solta), ao Sol6 (3 notas antes da mais aguda que se pode ouvir).
Os primeiros violinos foram feitos na Itália entre os meados do fim do século XVI e o início do século XVII, evoluindo de antecessores como a rebec, a vielle e a lyra da braccio. A sua criação é atribuída ao italiano Gasparo de Salò. Durante duzentos anos, a arte de fabricar violinos de primeira classe foi atributo de três famílias de Cremona: Amati, Guarneri e Stradivarius. Toda a invenção do violino foi conduzida pelas raízes do instrumento milenar chinês erhu, as raízes deste instrumento foram os instrumentos de cordas friccionados por arco mais antigos já descobertos. O violino propriamente dito manteve-se inalterado por mil anos. A partir do século XIX modificou-se apenas a espessura das cordas, o uso de um cavalete mais alto e um braço mais inclinado. Inclusive, a forma do arco consolidou-se aproximadamente nessa época. Originalmente com um formato côncavo, o arco agora tem uma curvatura convexa, o que lhe permite suportar uma maior tensão das crinas, graças às mudanças feitas pelo fabricante de arcos François Tourte, a pedido do virtuoso Giovanni Battista Viotti, em 1782.
O violino tem uma longa história na execução de músicas de raiz popular, que vem desde os seus antecessores (como a vielle). A sua utilização tornou-se mais expressiva a partir da segunda metade do século XV.

Como outros instrumentos de cordas, os violinos são construídos por luthiers. A luthieria ou liuteria é uma profissão artística que engloba a produção artesanal de instrumentos musicais de corda com caixa-de-ressonância. Tais palavras tiveram origem da construção do alaúde, que em italiano se chama liuto; portanto, liutaio significa aquele que faz alaúdes.

 

 "Nota"
Paul Beuscher
A oficina/loja de Paul Beuscher em Paris, fundada em 1850 pelo luthier de guitarras Hyppolite "Paul" Beuscher, a sua loja de música ainda hoje existe e é um excelente local que se tornou num lugar de encontro de grandes talentos ao longo da sua história. Particularmente conduziu muito jazz e cantores de Jazz e não só que as suas músicas e peças foram publicadas pela casa, levando ao estrelato vários artistas. A década de 1940 viu o surgimento de edições Paul Beuscher, com grandes nomes da música francesa, incluindo a canção assinada que se tornou num padrão internacional, como é tão bom, Domino (Andre Claveau) La vie en rose...
Durante muitos anos, a casa Paul Buscher vendeu imensos instrumentos que mandava fazer a grandes luthiers e vendia depois sobre a sua marca. Depois do falecimento de "Paul" a casa deixou de fabricar instrumentos e recentemente voltou a fabricar guitarras.
Hoje, a casa Paul Buscher é um dos gigantes no que diz respeito a venda e aluguer de instrumentos, desde Pianos, Guitarras, instrumentos de Corda, de sopro, Livros, partituras, acordeões, mesa de mistura, peças de instrumentos etc...Sendo o principal importador e fornecedor de guitarras da marca Gibson em França. Todos os seus vendedores são obrigatoriamente músicos, para que saibam prestar a assistência mais correcta aos seus clientes.
Entre os seus clientes encontram-se nomes como Prince, Brad Pitt, Nino Ferrer, Michel Polnareff, Eddy Mitchell, Michel Jonasz, Sophie Marceau, Charles Aznavour, Bernard Lavilliers e muitos mais...